Integração com LLMs (Large Language Models) em projetos DARE. Fornece abstração LLMProvider, cache em memória com TTL, rate limiting via token bucket, prompt templates versionados e validação de output via JSON Schema. Cobre antipatterns crítico de prompt injection e LLM output não validado.
Camada semântica da migração (Fase 2 brownfield). Roda depois do comando dare migrate e escreve a estratégia de migração + cenários Gherkin de paridade reais no DARE/MIGRATION/, garantindo reimplementação fiel ao legado.
Coleta de métricas de qualidade e detecção de regressões em projetos DARE. Agrega métricas das skills filhas (dare-ax, dare-layered-design, etc.), persiste histórico em tmp/daremetrics.json e detecta regressões contra baseline. Inclui template de GitHub Actions.
Comunicação real-time (WebSocket, SSE) em projetos DARE. Fornece schema validation de eventos, registro central de tipos, reconexão com exponential backoff, e gerenciamento de subscriptions com limpeza garantida (zero ghost listeners).
Analisa complexidade de uma task DARE e, quando alta, quebra em sub-tasks menores. Use após gerar o DAG (para tasks HIGH/CRITICAL), quando o dev pedir refinamento manual, ou quando o escopo mudou e uma task ficou grande. Combina heurística determinística (CLI) com decisão semântica do agente.
Camada semântica da engenharia reversa (Fase 0 / brownfield). Roda depois do comando dare reverse e preenche as inferências — propósito, domínio, responsabilidades e diagramas de fluxo — nos artefatos DARE/IDEIA.md e DARE/REVERSE/module-.md.
Audita uma task DARE implementada — cruza a spec com o código real para detectar stubs, mocks fora de testes, funções vazias, TODOs e validar critério-a-critério se a implementação satisfaz o que a spec prometeu. Use antes de marcar uma task como DONE, ou quando o dev pedir revisão manual. Combina análise estática…
Decisão e migração de Cargo workspace multi-crate para projetos Rust/Axum. Use durante design/blueprint para decidir o layout, ou quando um projeto single-crate cresceu além do que comporta confortavelmente. Cobre os 2 cenários — escolher na fase de design + migrar projeto existente — com critérios objetivos e plano…
Decompõe o BLUEPRINT aprovado em tasks atômicas e gera os 3 artefatos da fase de execução do DARE (TASKS.md, dare-dag.yaml, EXECUTION/task-.md). Use quando o usuário aprovar o BLUEPRINT.md. A construção do grafo segue rigorosamente a skill dare-dag-runner.
Rastreamento de tokens e modelos de IA consumidos em cada etapa do Método DARE. Gera DARE/TELEMETRY.md com modelo usado, tokens estimados, tempo e tentativas (Ralph Loop) por comando — para auditoria, monitoramento de uso e otimização de custos.
Sincroniza os artefatos do projeto (comandos de IDE, skills, templates) com a versão instalada do DARE CLI, preservando customizações. Mapeia o CLI dare update.
Terminal-first AI providers for DARE command enrichment (dare ai doctor, dare ai providers, dare ai run).
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