Enforce arquitetura estrita de 4 camadas (Handlers, Services, Repositories, Models) em todos os projetos DARE, independente de linguagem ou framework. Inspirado em "Layered Design for Ruby on Rails Applications" de Vladimir Dementyev (Evil Martians).
Integração com LLMs (Large Language Models) em projetos DARE. Fornece abstração LLMProvider, cache em memória com TTL, rate limiting via token bucket, prompt templates versionados e validação de output via JSON Schema. Cobre antipatterns crítico de prompt injection e LLM output não validado.
Camada semântica da migração (Fase 2 brownfield). Roda depois do comando dare migrate e escreve a estratégia de migração + cenários Gherkin de paridade reais no DARE/MIGRATION/, garantindo reimplementação fiel ao legado.
Coleta de métricas de qualidade e detecção de regressões em projetos DARE. Agrega métricas das skills filhas (dare-ax, dare-layered-design, etc.), persiste histórico em tmp/daremetrics.json e detecta regressões contra baseline. Inclui template de GitHub Actions.
Comunicação real-time (WebSocket, SSE) em projetos DARE. Fornece schema validation de eventos, registro central de tipos, reconexão com exponential backoff, e gerenciamento de subscriptions com limpeza garantida (zero ghost listeners).
Analisa complexidade de uma task DARE e, quando alta, quebra em sub-tasks menores. Use após gerar o DAG (para tasks HIGH/CRITICAL), quando o dev pedir refinamento manual, ou quando o escopo mudou e uma task ficou grande. Combina heurística determinística (CLI) com decisão semântica do agente.
Camada semântica da engenharia reversa (Fase 0 / brownfield). Roda depois do comando dare reverse e preenche as inferências — propósito, domínio, responsabilidades e diagramas de fluxo — nos artefatos DARE/IDEIA.md e DARE/REVERSE/module-.md.
Audita uma task DARE implementada — cruza a spec com o código real para detectar stubs, mocks fora de testes, funções vazias, TODOs e validar critério-a-critério se a implementação satisfaz o que a spec prometeu. Use antes de marcar uma task como DONE, ou quando o dev pedir revisão manual. Combina análise estática…
Decisão e migração de Cargo workspace multi-crate para projetos Rust/Axum. Use durante design/blueprint para decidir o layout, ou quando um projeto single-crate cresceu além do que comporta confortavelmente. Cobre os 2 cenários — escolher na fase de design + migrar projeto existente — com critérios objetivos e plano…
Decompõe o BLUEPRINT aprovado em tasks atômicas e gera os 3 artefatos da fase de execução do DARE (TASKS.md, dare-dag.yaml, EXECUTION/task-.md). Use quando o usuário aprovar o BLUEPRINT.md. A construção do grafo segue rigorosamente a skill dare-dag-runner.
Rastreamento de tokens e modelos de IA consumidos em cada etapa do Método DARE. Gera DARE/TELEMETRY.md com modelo usado, tokens estimados, tempo e tentativas (Ralph Loop) por comando — para auditoria, monitoramento de uso e otimização de custos.
Sincroniza os artefatos do projeto (comandos de IDE, skills, templates) com a versão instalada do DARE CLI, preservando customizações. Mapeia o CLI dare update.