DARE is a structured methodology for AI-assisted software development. Four phases (Design → Architect → Review → Execute) keep humans in control while AI handles execution. Built for Cursor IDE, language-agnostic, battle-tested in production.
Camada semântica da migração (Fase 2 brownfield). Roda depois de dare migrate, que já leu os artefatos do reverse/dna e gerou os esqueletos. Sua função é escrever a estratégia de migração e os cenários Gherkin de paridade reais — o contrato comportamental que garante uma reimplementação fiel ao legado.
Coleta métricas das skills DARE (ax, layered-design, llm-integration, frontend, realtime…), persiste histórico em tmp/daremetrics.json e detecta regressões contra baseline.
Camada semântica da engenharia reversa (Fase 0 / brownfield). Roda depois do comando dare reverse, que já varreu o código e gerou os esqueletos. Sua função é preencher as inferências que o CLI determinístico não faz: propósito, domínio, responsabilidades e os diagramas de fluxo ("como a coisa funciona").
Audita uma task implementada cruzando a spec (DARE/EXECUTION/ .md) com os arquivos reais que ela tocou. Detecta stubs, mocks fora de testes, funções vazias, TODOs, retorno-fantasma — e valida critério-a-critério se a implementação satisfaz o que a spec prometeu.
Guia de desenvolvimento Leptos para projetos DARE. Cobre decisão de variante, idioms obrigatórios, antipatterns, tipos compartilhados e templates de tasks.
Guia completo de segurança para todas as fases do DARE. Use para: revisar o DESIGN/BLUEPRINT com foco em segurança, implementar controles em uma task específica, ou auditar o projeto existente.
Rastreia tokens e modelos de IA usados em cada etapa do Método DARE. Atualiza DARE/TELEMETRY.md com modelo, tokens, tempo e tentativas (Ralph Loop) por comando.
Padrões DARE para APIs REST em NestJS + TypeScript + Prisma + Swagger. Modules, Controllers, Services, DTOs com class-validator, Guards JWT, throttler, exceções globais, Jest + Supertest, OpenAPI auto-gerado.
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